♦ [FP] ~ LEHNÖVER, Alaric

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♦ [FP] ~ LEHNÖVER, Alaric

Mensagem por Alaric Lehnöver em Qui Fev 12, 2015 7:36 am

Papai adora meus serviços :3
『 Básico 』

 
 
NOME COMPLETO - Alaric Grey Lehnöver
 
IDADE - 18 anos
 
PROGENITOR DIVINO  - Hades
 
PROGENITOR MORTAL - Angie Grey Lehnöver
 
PHOTOPLAYER - Ben Barnes
『 Critérios Em Avaliação 』

Por qual razão deseja ser filho de tal deus(a) ?
Primeiramente, porque Hades é o deus que mais se assemelha com a personalidade do personagem, mas que ao mesmo tempo não chega a ser tão clichê. Sim, existem diferenças entre o Alaric e o padrão dos outros filhos de tal deus. Ter esse progenitor divino ajudaria bastante na trama dele, além de que o Alaric tem uma visão bastante diferente da morte, associando-a, muitas vezes, como uma nova forma de vida.



 
 
Descrição Física e Psicológica
Características Físicas
Alto, porte atlético - tipo físico que resultou do breve ano no serviço militar russo -, quem vê-lo não diria que é uma prole da morte. O garoto possui olhos castanhos, assim como seus cabelos, lisos, que costumam estar bagunçados. A pele clara, porém levemente bronzeada, apresenta algumas cicatrizes por longo de seu corpo, resultados de histórias de seu passado que sempre o assombram. A barba, mesmo rala, ajuda mais ainda a passar uma aparência de mais velho para o jovem.
Características Psicológicas
Sua mente é um tanto perturbada por seu passado, onde teve a inocência da infância arrancada brutalmente.
Quando está em um humor normal, geralmente é mais quieto com os outros (aqueles que não conhece) e mais amigável com aqueles poucos que gosta. Como cresceu sem amor, ainda não sabe o significado de tal sentimento, tendo pouquíssimos amigos de verdade. Apesar de passar uma imagem de cara durão, não é ruim, só não é um homem injusto. Não segue doutrinas de bem nem mal, apenas segue a justiça.
Com as tais poucas pessoas que confia, acaba sendo leal, até carinhoso e protetor - com medo de perder as únicas pessoas que "despertam sua humanidade".
Nunca teve medo da morte, começou a enfrentá-la desde pequeno. Quando está com raiva, acaba despertando um lado de puro ódio, fúria, onde usa todas as suas forças para destruir o inimigo sem piedade, chegando a ser psicótico, psicopata ou até sádico. Outra característica marcante da cria da morte é seu sarcasmo.



 
 
História -
Tum, tum. Tum, tum. Tum, tum. Tudo o que Alaric poderia ouvir naquele momento eram seus acelerados batimentos cardíacos. De imediato, estava paralisado; não por algum tipo de magia, mas pelo choque do momento. Procurava forças para reagir, pois caso contrário, aquele seria um momento de despedida.


[Quinze minutos antes]

Em uma tarde de inverno em Moscou, Rússia, na véspera de Natal de dois mil e seis, Alaric acompanhava sua mãe, Angie Lehnöver, até o banco, onde tiraria dinheiro para comprar um presente para o filho.
A russa tinha dois empregos, para poder se sustentar e sustentar o filho, já que morava apenas com o garoto. Os pais foram mortos no começo de sua fase adulta, o que a fez ganhar independência desde cedo. Teve o menino cedo, aos vinte anos, mas o pai dele nunca aparecera novamente.
Alaric tampouco sabia de seu pai e nunca o vira, e Angie não sabia se deveria acreditar nas últimas palavras daquele homem. Deus da morte? Será que aquele cara ela louco? Isso já não importava mais. Desde então, nunca mais teve outro relacionamento amoroso.
Enquanto ela trabalhava, o filho era cuidado por uma amiga, que trabalhava como babá. Mas ela queria passar aquele dia inteiro só com o filho.
Com uma folga nos trabalhos, lá estavam os dois. Até que, alguns minutos depois, talvez a tal "noite feliz" não chegaria para os Grey Lehnöver.

Os olhos do pequeno Grey corriam todo o lugar, já que estava separado de sua mãe, quando viu os assaltantes entrarem ali - dois homens com pistolas.
- Ninguém sai, ou então é bala em todo mundo! - Gritava um deles.
Haviam apenas dois seguranças ali, mas um fora pego de surpresa por uma bala na cabeça por um dos homens; enquanto o outro, desarmado, foi trancado em uma sala. Encontrava-se poucas pessoas naquele local - cerca de treze, contando com os funcionários. Todos ficavam parados, distribuídos em fileiras encostadas em uma das paredes, enquanto um dos bandidos saqueava seus bens. O outro ia para a parte mais interna dali levando uma das funcionárias, provavelmente para abrir o cofre do banco. Sendo assim, o primeiro homem, que já havia roubado aquelas pessoas, pegou uma delas e a colocou em sua frente, com um dos braços envolvendo seu pescoço, enquanto no outro sua mão tinha a arma apontada para a cabeça dela.
- Se algum de vocês se mexer, mato um por um. Começando por ela.
Até que o pequeno menino viu quem era a refém. Angie Grey Lenhöver. Ela parecia segurar o choro, tentando se mostrar firme.
E, ao ver aquilo, o garoto não conseguiu ficar parado.

Sem hesitar, ele tirou do bolso um colar dourado e o estendeu para o assaltante.
- Ei, quer isso?
- Me dá aqui, moleque. Agora! - Os olhos do homem fitavam o cordão de ouro.
- A-Alaric... o que é isso? De onde você tirou...? - A mãe parecia perplexa.
- Desculpa, mãe. Guardei o dinheiro da mesada pra te dar isso... sabe, de Natal... mas... - Uma lágrima desceu de seu rosto. - Quer, é? Então vamos fazer uma troca. Deixa ela em paz e te dou isso. Pode me fazer de refém, só larga a minha mãe!
- F-Filho!
- Me dá agora, pirralho! - O bandido deu uma coronhada na mulher, fazendo-a cair no chão, e logo depois foi atrás do menino, pegando o objeto. Estava pronto para fazer o mesmo golpe neste, quando ele pulou contra o inimigo, jogando sua cabeça com toda a força na sua barriga.
O homem praguejou e logo tentou disparar, mas caiu no chão. Alaric tentava segurar os braços do adversário e manter a arma longe de si. Mordeu a mão daquele homem, que gritou e soltou a pistola, levando a outra mão na que doía.
O jovem Lehnöver tomou-a do chão e correu para longe dali. O bandido se levantou e foi em sua direção, mas ele apenas disparou a arma, sem pensar duas vezes.
- Você machucou minha mãe. Não merece viver. Eu lhe julgo culpado. - Ele pronunciava com um tom de voz diferente, algo que Angie nunca vira novamente. Alaric não hesitava, estava movido pelo ódio. Mesmo sendo uma criança naquele momento, não parecia em nada que era uma.
E então ele disparou.

O outro assaltante voltava com duas bolsas cheias de dinheiro nas mãos, a pistola guardada na cintura.
- Pronto, JB, agora é só... - Ao ver seu companheiro deitado no chão, com uma poça de sangue abaixo de sua cabeça, o homem parecia horrorizado. - Que mer... - Fora interrompido por uma bala em uma de suas pernas. E outra em um braço. Outra no peito. Mais disparos aconteciam, e Alaric só parou quando as balas acabaram.

Poucos minutos após tal incidente, a polícia de Moscou havia chegado. Provavelmente alguém de fora tinha percebido a situação e contatou ao departamento policial. O caso fora registrado como legítima defesa, deixando a criança ilesa - pelo menos na justiça, já que aquele dia nunca seria esquecido.


[Seis anos depois]


O jovem russo corria pelas ruas de Moscou, procurando Angie por todo lugar. Não conseguia acreditar em tudo que leu. As cartas... as histórias sobre seu pai... como ela teria acreditado nisso?
"Se meu pai realmente fosse um deus, ele teria nos ajudado", pensou.


[Vinte minutos antes]

Quando chegou em casa, após a escola, fora procurar a mãe, mas a única coisa que encontrara foram cartas e uma caixa. Esta, por sua vez, emanava uma espécia de aura sombria, mais inacreditavelmente ele não se assustara com aquilo? Mas de onde tudo isso saiu?

Após ler tudo aquilo, ficou confuso. Uma das cartas não tinha a caligrafia de sua mãe. Era de um homem que alegava ser seu pai, justificando sua ausência. Hades... então lembrou sobre as aulas de história que teve na escola. Antiguidade, Grécia Antiga, Mitologia Grega, Hades, deus da morte... sério?
Outra carta era de sua mãe. Ele nunca acharia que ela fosse acreditar naquilo, mas ali... ali ela parecia convicta. Aquilo deveria ser recente...
A cabeça de Lehnöver estava confusa. Milhares de pensamentos indo e vindo em sua mente. Noventa por cento de sua razão achava aquilo um absurdo, mas... ainda tinham os dez por cento... aqueles dez que de lá do fundo o diziam para acreditar naquilo.
Na caixa havia um bilhete, dizendo que eram presentes de seu pai. Mesmo com a consciência e o orgulho dizendo para não fazê-lo, ele a abriu.
"Ah, eu ganho uma carta de um cara falando que é meu pai que nunca vi na vida, que ao mesmo tempo é o deus dos mortos, aí quando abro a caixa de presentes que ele me deixa, ganho uma pulseira e um anel?"
Mas de qualquer jeito, ele as utilizou. Decidiu dar uma chance para aquela minúscula hipótese.
"Mãe... por favor, não me abandone... você é a única pessoa que tenho", uma lágrima correu seu rosto. Lembrara do incidente de anos atrás. Não deixaria algo do tipo se repetir. Ele protegeria a única pessoa que ama a todo custo.

E a raiva voltou a tomar seu corpo.


[Dois anos depois]



E lá estava Alaric, sentado na calçada de sua casa, olhando para o céu estrelado. Era seu primeiro dia longe do quartel.
- É uma bela noite, não? - Uma voz grave surgiu ao seu lado.
Quando olhou na direção do som, viu um homem de pé, com terno negro e gravata vermelha. Ele não sabia por quê, mas sentiu uma sensação familiar. Não, aquele homem não era normal. Não havia ninguém por ali, e sua aura... tinha algo diferente nele.
- Agora você não reconhece o próprio pai? - O homem sorriu.
- Hades. Senti o cheiro de zumbi. - O garoto respondeu.
- Ah, filho... já te expliquei tudo. Não precisa ser tão rude. Aliás, lembre-se que está falando com um deus. Mas enfim... tenho acompanhado seus passos. E olha, estou gostando do que vejo. Só desacelera um pouco, sabe, que o inferno tá ficando lotado. - Ele fez uma pausa. - Mas tenho um pedido para você. Conhece Long Island, Nova Iorque?
- Hã?
- Ah, que bom... então, preciso que vá até lá e me faça um favor. Pegue todo o dinheiro que vocês têm e vão até lá. Quando chegar lá, explico tudo. - Hades suspirou. - Mas é sério, me desculpa. Sei que não sou o melhor pai do mundo, mas vida divina é assim... não posso ficar aparecendo sempre. Mas eu sempre olhei por você, mesmo que não tenha me visto. E a Perséfone... ela não gosta da sua mãe. Só entenda que estou tentando de tudo para ajudar vocês. E você... é diferente dos meus outros filhos. Você, Alaric, me deixa orgulhoso.
- Eu sei, pai. Eu sei. - Alaric realmente parecia compreender. Mesmo que tudo aquilo parecesse surreal, mesmo que toda essa coisa de deuses fosse maluca, mesmo que tivesse raiva de seu pai por tê-los abandonado, ele sentia que deveria acreditar naquilo.
- Então, sabe o que fazer. Se cuida, e boa sorte no acampamento.
- Quê?
- Ah, é, vou te explicar como chegar lá. Mas agora tenho que ir, não posso ficar muito tempo aqui. Peça desculpas à sua mãe. - O deus dos mortos começou a se desfazer em uma neblina negra. - Ah, e vou te deixar uns presentinhos. Só não acostuma, porque não sou assim tão bonzinho. - A imagem se desfez, e onde estava seu pai, Lehnöver pôde ver um objeto que brilhava com uma luz roxa.
E quando olhou para cima, viu uma criatura preta sobrevoando acima dele. Será que o tal presentinho era mais um monstro?
Mas o dragão apenas pousou ao lado da espada, sob o véu negro que cobria toda aquela pacata cidade russa.
 





(Então... qualquer dúvida, aguardem minha MBM. Tem um salto aí no tempo da história do Alaric, então tudo isso será explicado mais adiante. Tem algumas coisas com suspense mesmo, mas não foi porque esqueci. É a intenção mesmo - justamente para isso (a MBM); como por exemplo, o que aconteceu com a Angie, e o que acontecerá com ambos - mãe e filho. E a "pulseira" (que no caso seria um bracelete - foi um modo de falar dele, meio que menosprezando) e o anel foram dois dos presentes de reclamação. E no final, ele recebe os outros dois. Ainda terá explicado o encontro de pai e filho - Hades e Alaric -, mas nessa parte, quando ele tem 18 anos, já está reclamado, já até viu o pai antes. Na real, a reclamação acontece na parte que tem 16 anos (tanto que tem a parte da carta e tal), mas nessa época ele fica confuso, não sabe se acredita ou não - até porque é algo meio ilógico aparecer um deus grego falando que é seu pai e você acreditar. Mas enfim, com esses dois anos ele acaba acreditando, aí é o tempo pra se adaptar como semideus. Como ele é russo, não conhece o acampamento, aí só depois vai pra lá. Então... bem, é isso. Ah, e o Alaric ficou um ano no serviço militar da Rússia (2014 inteiro, quando tinha 17 e faria 18 anos - considerando que agora a trama também está em 2015. No caso, foi liberado no final de 2014). Aí depois foi dispensado e tal... enfim. Como já falei, tudo será explicado em MBMs, só não coloquei tudo aqui pra não entregar logo toda a trama dele e também pra não ficar algo muito grande. Desculpa o texto meio ruim, tô enferrujado e tals, faz tempo que não escrevo. Mas espero que tenham gostado <3 )



 
 
Presentes de Reclamação - Olha, botei nomes nos meus presentes, mas acho que não é problema. Enfim, aqui vão:
 
- Obrigatórios
 
► {nightingale} / bracelete do asmodeus - é um bracelete todo feito de ouro negro sagrado, este contêm uma chama negra que fica acesa em quanto estiver no braço do filho de hades. esta chama automaticamente se envolve em um círculo à volta do semi-deus que o protege de qualquer ataque, de qualquer ângulo ao perceber uma ameaça. [inquebrável]
 
► {soul edge} / grandark do leviatã - uma enorme espada toda escura que uma aura roxa em alguns lugares dela. está é meio triangular, lembrando uma barbatana de tubarão. ao entrar em contato com o inimigo ele envenena o local, que fica uma marca roxa envolta da ferida e a cada 2 turnos essa marca cresce 5 centímetros. quando o membro estiver tomado completamente pela marca, esse será paralisado e só voltará depois de 5 horas. [esta espada é tão pesada que qualquer outro semideus ou seres (a não ser divindades) não consegue segura-la, apenas seu dono]
 
- Opcionais
 
► {darkness} / deathstar do asmodeus - uma arma parecida com uma foice, porém seu corte e sua resistência são muito melhores. esta arma é feita toda de ouro negro sagrado. inquebrável e se transforma em um anel com uma caveira.
 
► {heikien} / rexion -  um pequeno dragão do enviado do sub-mundo que tem como dever proteger seu dono aconteça o que acontecer. controla o fogo perfeitamente, porém não possível monta-lo e sair por ai voando. tem 250 de hp/mp

 


▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ஜ۩۞۩ஜ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Bang!


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Re: ♦ [FP] ~ LEHNÖVER, Alaric

Mensagem por Augurum em Qui Fev 19, 2015 3:14 pm

Avaliação


Primeiramente, me desculpe pela demora. Eu estava em viagem. Vamos lá.

Apesar do fraco motivo para ser filho de Hades, sua história compensou. Confundi-me em algumas partes, mas nada que uma releitura não consertasse. Espero com vontade suas MBMs para descobrir o fim desta trama.

Aprovado

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