[FP] Julianna Löwin McBride

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[FP] Julianna Löwin McBride

Mensagem por Julianna Löwin McBride em Qui Dez 18, 2014 5:08 pm

Cause Darling I'm a Nightmare Dressed Like a Daydream
Básico


NOME COMPLETO - Julianna Catherina Braückeroux Löwin McBride

IDADE -  19 anos

PROGENITOR DIVINO  - Quione

PROGENITOR MORTAL - Frank Braückeroux Löwin McBride

PHOTOPLAYER - Holland Roden
Critérios Em Avaliação

Por qual razão deseja ser filho de tal deus(a) ?
Um dos motivos, devo admitir são os presentes que me chamaram muito a atenção, mas admito que Quione também é uma deusa fascinante. Uma deusa que é digna de respeito, e muito, apesar de poucos serem seus filhos, acho uma honra ser uma filha de Quione que pretende honrar e servir a mãe fielmente, para o que precisar. Todos que sabem que Quione é deusa da neve, a associam a sorvete. Eu particularmente, acho isso ridículo, acho que deveriam a associar a algo fascinante. E Quione também combina com a trama da personagem.


Descrição Física e Psicológica -

Julia é uma moça tímida, reservada, mais família, ela gosta de ficar em casa com seus livros quase sempre, sai para festas uma vez ou outra. Ela gosta de ficar mais com seus aparelhos eletrônicos, que sabe consertar sem nem precisar levar ao técnico. É considerada nerd, mas odeia que a chamem disso. Quando se relaciona com alguém, é fiel, carinhosa, romântica, divertida, e apoia o máximo que consegue. Critica o errado, apoia o certo. Tem o consenso de apoiar ou não caso deva. Quando quer, é sexy, manipuladora, possessiva, ciumenta, ou até mesmo, mortalmente volátil. Sua personalidade instável faz com que a cotem de assassina frequentemente, e geralmente estão certos. Julia mata por diversão várias vezes. É uma daquelas moças Femme Fatale, sempre tentando conseguir o que quer. É extremamente sexy, sedutora, manipuladora, e persuasiva quando quer, mas quando tem ciúme de alguém é extremamente paranoica, conseguindo enlouquecer a qualquer um e fazendo com que a pessoa sofra muito, e se arrependa profundamente. Aqueles que entram em seu caminho para algo que quer muito, geralmente acabam mortos sem pena.

-x-

Julia considerada atraente. Tem olhos castanhos "grandes", que muitos dizem a ela isso. Ela não liga. Ela é pálida pelo fato de quase sempre estar em casa enfiada no meio de livros e estudando. É uma pessoa que mede 1,59 e pesa 49kg. Ela pode parecer uma nerd, que usa óculos, mas por dentro disso, tem um lado que cuida de seu corpo cheio de curvas, coxas torneadas, pernas não muito longas, mas longas o suficiente. Possui lábios rosados carnudos, um nariz arrebitado e seios fartos. As mãos são proporcionais, com uma pinta, que era uma pinta grande que estourou, deixando a marca em sua mão esquerda, a mão que escreve.

Ela tem um problema de vista, miopia, tanto que usa óculos apenas para as aulas e para ler. Isso nunca a incomodou, em outros casos é vista geralmente sem óculos, como nas festas em que frequenta.  Ela tem problemas com sangue, quando vê sangue sua tendência é a desmaiar, e por isso, ela evita áreas médicas, de escolas, ou cursos. Ela tem uma cicatriz em seu braço, de quando seu pai a batera uma vez, após um surto de bebidas alcóolicas. A garota também tem alucinações frequentes que começou quando tinha 2 anos e paranoia, começando um pouco mais tarde, quando tinha 7 anos. 



História -

"Não existe tristeza sem motivos, nem felicidade sem mortes. Tome cuidado, irei lhe fazer feliz."


Marselha, França, 19 de Maio de 1995



Os céus daquele dia se encontravam limpos, literalmente. Próxima a casa da família McBride, os céus estavam escuros, sem nenhuma presença de luz aparente. Não que aquela casa ali tivesse alguém rico. Quione era uma deusa. Uma deusa que tinha dormido novamente com um mortal. Quione se encontrava grávida. Grávida de 9 meses de Julianna, nome dado pela sua mãe em homenagem a melhor amiga dela. Leves dores fizeram a mulher loira contorcer os braços, quando sentiu um líquido quente escorrer entre suas pernas. Droga, não era para aquilo acontecer agora. -Frank! Frank! - Gritava a deusa, mas sem nenhuma resposta. Frank, seu “amante” bêbado, que sempre estava na farra, se encontrava fora de casa. Frank era o típico homem que ninguém iria querer por perto. Alcóolatra, drogado. Fedia a cigarro barato, a álcool podre como seus dentes. Era porco, mal tomava banho e extremamente violento, e era casado com Alessa, que odiava a deusa. Quione quando contou que estava grávida, ele não aceitou. Ele a espancou, e como se não bastasse tentasse fazer um aborto na base da porrada, ele a violentou várias e várias vezes seguidas, alternando entre vaginal e o anal. Seus sofrimentos poderiam acabar naquela noite.
E provavelmente acabariam. Enquanto a Deusa vivia confortável em Marselha, “raptada” por seu amante até gerar sua criança, ela sofria. Muitas e muitas vezes.

As dores de Quione aumentaram. Ela já não tinha outra opção do que fazer o parto da criança ali mesmo. Seu corpo todo doía, e ela gritava tão alto que a rua deserta da cidade francesa de Marselha não se permanecia mais no silêncio comum de uma madrugada. Estranhamente, as luzes do quarto começaram a piscar e sombras rodeavam o local. As dores aumentavam, sangue escorreu de entre suas pernas e começou a sujar a cama. Gritos no quarto se misturavam com o barulho das sombras girando.
Alessa, bêbada, chegava em casa e ouvia os gritos. - Esse puto não sabe nem esperar eu chegar e já dá para outro? Eu vou matá-la. - Balbuciou a bêbada, mas algo estranho ocorreu quando ele tocou a maçaneta. Um grito tenebroso ecoou em seu ouvido, algo como um "Vá embora", o fazendo estremecer. O marido estava com Quione, em sua casa. Novamente, os gritos de Quione eram escutados, e ele queria saber o que acontecia. Tentou arrombar a porta, e gritava pelo nome dela. Quione estava dando à luz, e seu corpo começou a estalar. Seus ossos se quebravam, e ela começava a entrar em um estado estranho. Ela era uma ruiva linda, dona de um corpo belo e bem formado. Aberração, era o que ela estava se formando. Suas pernas estavam secas e seus braços também. Seu rosto, focado no temor, ficou estático quando o choro desesperado ecoou por toda a casa. O bebê nascera, e as sombras que rodeavam o quarto rapidamente, começaram a se esvair pelas janelas e abriu a porta da frente com força, derrubando Frank. O bêbado correu, entre tropeços, até o quarto aonde sua esposa estava. Mas era tarde demais.  A deusa a tinha abandonado. Julia havia nascido, e, Frank faria ela sentir na pele que não seria digna de tal vida.


Marselha, França, 13 de Fevereiro de 2003


Julia tinha 9 anos. Isso não impediu dela ser usada de escrava pelo próprio pai. Ela não estudava em escola, como uma garota comum. Muitas vezes, ela fugia de casa para ir para a casa de sua vizinha, Marillie, que a ajudava sempre que podia. Pobre Julia, sempre que ela fugia, seu pai a encontrava, e abusava dela. Toda a pureza e o brilho do olhar de uma criança sumia aos poucos, a cada surra, a cada humilhação. Julia já não via esperança no mundo. Mesmo brincando com seus supostos amigos, no caso, os filhos da vizinha, ela não era feliz. Ela só tinha um desejo. Um absoluto e forte desejo.
Ela queria matar seu pai, a todo custo. Julia esperou seu pai dormir, bêbado e pegou um punhal. Mesmo pequenina, Julia queria se livrar dele, de todo modo, a todo custo. Um pequeno som de vidro quebrando estragou tudo. Ela pisou em um caco de vidro. Um punho forte e pesado atingiu sua boca, e a jogou para trás. Seu pai estava com os olhos vermelhos e começou a espancar a garotinha. Em seguida, não se contentando da tamanha brutalidade que fizera, estuprou-a e jogou na rua, como um lixo. A ruiva pequena chorava e gritava de dor, gritava por ajuda. Os Deuses, geralmente, escutam a todos. Talvez, a sua vizinha ter a encontrado rastejando até a porta dela tenha sido uma ajuda divina. O sangue nas pernas da garota, que escorriam tanto pela frente como pelas costas, e seu rosto machucado, ela não teve outra alternativa do que denunciar Frank, que fugiu para a capital Paris.


Paris, França, 6 de Julho de 2010


Julia não vivia mais com sua vizinha. Ela falecera fazia 2 anos. A ruiva agora vivia em Paris com seu amigo, Thomas, caçando seu pai. Thomas não queria que ela tivesse aquela ideia de ser uma assassina. Mas isso não funcionou naquela noite de lua cheia. Ela andava, lentamente pelos becos dos guetos franceses a procura de informações. Frank se tornou um traficante famoso, e qualquer viciado saberia. A menina de olhos sérios e tenebrosos parou diante de dois viciados e os encarou por alguns segundos. -Quem de vocês conhecem Frank Los Lobos? - Questionou, deslizando de sua manga longa um canivete. Um moreno, também viciado, se aproximou da garota e tateou sua coxa, enquanto sussurrava: -Eu te digo, se você nos fizer... - Não teve tempo de falar. Julia cravou o canivete no pescoço do rapaz e girou o mesmo, fazendo o sangue espirrar por ela e pela parede. O seu companheiro, loiro, gritava aterrorizado pela frieza da garota, e ela voltou a caminhar na direção dele, serenamente como se não houvesse nada ocorrido. -Aonde eu encontro Frank Los Lobos?
O sangue do rapaz congelou, e ele apontou para um prédio sujo. "Porco como sempre. Era de se imaginar." Pensou a garota, quando ela cravou na testa do rapaz a lâmina e desceu rasgando do rosto até o pescoço. Sua roupa estava suja de sangue, e ela se desfez do último moletom que usava.
Entrando de forma furtiva no prédio, Julia caminhou lentamente até o apartamento de Frank e arrombou a porta, sem fazer barulho. Ele se encontrava dormindo em cima do próprio vômito. "Verme inútil." Pensou, enquanto tirou o canivete do bolso e parou na frente dele. Sonolento, o bêbado sujo de vômito encarou a moça na frente dele e sorriu cruelmente. -Olha só, serviço de quarto? - Julia sorriu sadicamente, com os cabelos loiros cobrindo sua face. - Olá, papai. Lembra de mim? - Falou friamente, deixando que seus cabelos revelassem seu rosto. Frank ficou com a expressão de que tivesse visto o próprio diabo em sua frente. A ruiva era mais rápida, e colocou a mão na nuca do padrasto e a lâmina embaixo de sua boca. -Você lembra do que fez comigo? - Lágrimas escorriam pelo rosto da ruiva, mas eram lágrimas de puro ódio. Ela tremia os lábios, enquanto pronunciava as palavras lentas e carregadas de ódio: - Lembra que me violentou e que me agredia? LEMBRA? - Cravou a lâmina do canivete até o punho quase perfurar a pele. Ela girou a lâmina enquanto ia matando-o aos poucos. Após retirar a lâmina, ela cravou na lateral de sua cabeça e também girou, formando buracos.
Julia não seria violenta, se o destino não a fizesse assim. Ela seria amigável, doce, uma criança e garota comum. A ruiva tirou de seus bolsos dois pedaços de madeira, e cravou, um no buraco de baixo para cima, e o outro nos buracos laterais. Sorrindo, ela fitou os olhos ainda abertos daquele seu algoz, e sussurrou: -Tchau papai.

Após abandonar o apartamento, Julia encontrou Thomas em um carro velho. Ele estava apressado, e quando ela entrou, ele deu um soco no volante. - Julia! Não era para ter feito isso. E você precisa sair daqui logo, e irmos pros Estados Unidos.
A ruiva ficou intrigada. Ir pros Estados Unidos? A polícia já tinha descoberto? A ruiva encarou ele de cima a baixo, e viu que não usava calças. E suas pernas não estavam normais. -Que fantasia horrível. E o que eu tenho que saber que você não me contou?

Thomas encarou ela e pronunciou a frase que mudaria totalmente a vida dela ali:

- Julia, você é uma semideusa.

Pela primeira vez em sua vida, ela sentiu medo. Muito medo. Thomas estava ferido no ombro, e ela nas costas. O suor grudava seus fios loiros na testa. Sua respiração se encontrava ofegante, e a criatura atrás deles estava faminta. Uma criatura chamada Quimera por Thomas, perseguia e queria devorar a jovem semideusa, e o garoto sátiro.
Atrás de uma árvore, ela segurava sua adaga que brilhava. Sua respiração estava ofegante. Droga, como ela mataria aquilo? Está certo que conseguiu ferir uma de suas asas e uma de suas patas, mas ainda assim era bem superior ao seu pai e...
Era isso!
Julia encarou o sátiro e saiu de trás da árvore, e virou o olhar, encarando a Quimera que se aproximava lentamente. -Thomas, você me dá cobertura. Agora!
Pegando uma pedra, Julia jogou na criatura como distração, e saltou com a adaga em punho na direção do monstro. Thomas avançou por baixo e golpeou no rosto a Quimera, enquanto Julia cravou a adaga no olho esquerdo, jorrando um sangue dourado em forma de pó. A criatura se debateu e atirou os dois para longe. Thomas desmaiou com o ataque, e Julia bateu as costas na árvore, cuspindo sangue. Cega de um olho, e ferida, a Quimera perdia tempo se debatendo, e Julia estava atordoada de dor. Em sua memória, vinha flashes de seu passado, e a dor tomou seu coração. -Eu não vou me mostrar inútil. Eu não vou! -Gritando, ela correu, e tentou golpear o pescoço da criatura, mas ela deu uma investida, e prendeu ela com a pata. O monstro gritava e babava, como um animal faminto prestes a saborear sua presa. O destino encerraria ali a vida de Julia?
Não.
Com um movimento rápido, Julia cortou a pata dianteira da direita do monstro, e quando ele recuou, ela cravou a adaga no pescoço do monstro. Mais sangue jorrou, e a criatura agora agonizava. Thomas estava acordando atordoado, e sua visão estava embaçada. A ruiva estava coberta de sangue, suor, terra e grama seca. Seus cabelos despenteados e seu olhar vazio e frio. Enquanto o monstro encarava ela, já sem forças para reagir, recebeu um golpe final da adaga em sua cabeça, como Julia sempre fazia. Girando a lâmina, o monstro explodiu em pó dourado, dando por fim o combate.
Ofegante e cheia de dores, ela encarou Thomas que estava perto dela. Próximo ao local, ela viu um pinheiro, e depois, viu a entrada de algo com uma placa em grego que dizia algo que fez, realmente, ela tomar outro rumo.
- Bem vinda ao seu novo lar Julia. Bem vinda ao Acampamento meio sangue.



Presentes de Reclamação -
► ice sword - aparentemente um belíssimo anel de prata com o simbolo de quione entalhado em quartzo tanzanita em seu centro, mas não se engane pois essa bela joia pode dar espaço para uma espada com a empunhadura de prata e a pedra de quartzo em seu pumo. a lamina quase é tão fina que pode ser confundida facilmente com uma placa de gelo, porém, sua resistência e a mesma de uma espada de bronze celestial. cuidado com pois seu corte é afiado e um mero arranhão é capaz de congelar o adversário. [congelamento mantido durante 1 turno]

► escudo de cristal - o que mais se confunde ao gelo é o puro cristal. esse escudo é totalmente feito de cristal, porém, sua resistência é a mesma de escudos feitos de qualquer metal abençoado, além de em terrenos gelados ele consegue ocultar a presença de seu dono.

► arch of snow - um arco totalmente felo de gelo que independente da temperatura onde esta sendo utilizado não derrete nas mãos dos filhos de quione. o arco acompanha alijava de flechas infinitas capazes de atordoar o inimigo e torna-lo nada mais que um alguém sem sentimentos ou objetivos, ou seja, coração gelado.[duração de 2 turnos]

► lobo de neve - um lobo pode alcanças quase um metro e vinte de altura quando adulto. por ser um dos animais representantes de quione, esteses serão fieis aos filhos da deusa até seu ultimo suspiro (Nome: Nymeria).



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Re: [FP] Julianna Löwin McBride

Mensagem por Augurum em Sab Dez 20, 2014 1:52 am

Avaliação


Seriamente, eu adoraria poder te aprovar logo no seu motivo e na sua descrição. Sua história sangrenta e maçante apenas aumentou minha opinião. Uma narração com tudo: Mistério, ódio, vingança, ação. Resumindo tudo o que um filme de suspense teria.

Aprovada!
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